retiro cultural
e aquele jornal laboratório q ele editava...???
só consegui escrever sob a batuta de othon...
----- Mensagem original ---- De: *** Fatima Dannemann<mfdga@superig.com.br> Para: sinjorba@yahoogrupos.com.br Enviadas: Quinta-feira, 13 de Março de 2008 19:49:42 Assunto: Re: [sinjorba] Bahia,Bahia minha vida,Bahia meu orgulho,Bahia meu amor...
mas era casquinha pra dar nota quando foi meu professor
----- Original Message -----
From: Paulo Leandro
To: sinjorba@yahoogrupo s.com.br
Sent: Thursday, March 13, 2008 11:27 AM
Subject: Re: [sinjorba] Bahia,Bahia minha vida,Bahia meu orgulho,Bahia meu amor...
Como aprimoramento ao texto distribuído, acrescento a passagem de Libório
como correspondente da Revista Placar.
Para as crianças esportivas dos anos 1970, foi o maior incentivo para o hábito da leitura.
Quem tiver interesse de lembrar como eram escritos os bons textos, tenho o arquivo completo.
P.L.
----- Original Message
----- From: Marcus Gusmao
To: sinjorba@yahoogrupo s.com.br
- Mostrar texto das mensagens anteriores
Em 27/02/08, Alvaro Figueiredo <fgrdjr@yahoo. com.br> escreveu:
estive ontem com o dr. carlocesar,
excelente urologista q frequento há década,
desde q me disse:
-se seu psa vai bem, te livro da dedada
estou convicto q se viver cem anos, terei c.a.de prostata
-podia até escapar, se não soubesse-, pois é estatística…
mas ele agora tem outra conversa:
-sua idade já recomenda e autoriza…
vc, gusmãozinho, e o amigo lili, se decidiram peloquê?
eu estou concvicto,
e concordo com ele, que disse,
sobre um conhecido, bem remediado,
q jáz no andar de baixo:
-caixão não gem gaveta.
quanto à dedada…???
ainda acho, que ainda é, muito cedo…
em 27/02/08, Marcus Gusmao <gusmaomarcus@ gmail.com> escreveu:
Rapaz, fiquei de voltar a Hoisel, tem quase dois anos, desde a vez em que ele disse que esse negócio de psa só detecta na bagaceira e me prescreveu uma ultrassonagrafia transretal.
Em 27/02/08, Alvaro Figueiredo <fgrdjr@yahoo. com.br> escreveu:
e você aceitou???
Carlos Alberto Carlão de Oliveira <carlaooliveira1@ oi.com.br> escreveu:
É hoje…
Vesti uma cueca nova e muito nervoso fui encontrá-lo. Lá chegando ele já me aguardava e de forma gentil abriu a porta e me mandou entrar. Conversamos um pouco sobre questões familiares e depois, sem a menor cerimônia, ele me mandou tirar a roupa e deitar na cama previamente arrumada, com lençol novo e um biombo, para evitar olhares indiscretos.
E sem vinho branco gelado, ou uma música de Djavan, ele passou lubrificante em meu ânus e meteu…Meteu o dedo, seu sacana. Estava no urologista ontem, dia 22. Estava pensando o quê? Tenho 51 anos, sou negão, cervejeiro e, sendo assim, tenho todos os apetrechos para ter câncer de próstata.
Alguns pinguços, meus comparsas de mesa, perguntaram se com toda a evolução tecnológica da medicina não haveria um exame menos invasivo que a dedada em lá ele. Fiz a mesma pergunta ao médico urologista, e ele garantiu que o toque retal “é necessário, por que é o melhor exame”.
Porque não posso simplesmente fazer um exame de sangue ou uma ultra-sonografia? Perguntei entre desesperado e sem jeito. Ele disse que ambos poderiam não detectar nada porque na fase em que a doença pode ser curada não ocorrem manifestações clínicas.Como não tinha mais jeito só há uma coisa a fazer: “Lasca, Caetano”.
Friamente ele me diz que “a ampola retal e a próstata estão normais e felizmente você não tem nenhum problema. Volte o ano que vem”.
Para você, meu sacana leitor, que está rindo da minha cara ou de meu fiofó, devo dizer que se você tem 50 anos ou mais, se for homem, faça o exame. É melhor prevenir que perder a vida.
Em 2009, caso vivo esteja, volto ao assunto.
em 29/02/08, Vanda Maria Amorim <vandaamorim@ yahoo.com. br> escreveu:
Clap!Clap!Clap!Muito bem, Carlão.
Estou tentando convencer meu marido, que tem 50 anos, a fazer o exame, e ele resiste, com seu machismo, dizendo que ninguém vai meter o dedo no seu fiofó. Reajo sempre dizendo que pra nós, mulheres, não é fácil ir ao ginecologista, escancarar as pernas, receber um espéculo e dedo dentro de nossa vagina.
Fora o preconceito.
Vou enviar sua mensagem pra ele ver. Mais uma vez, parabéns pela sua consciência.
Um abraço.
em 29 de fevereiro, Nane Albuquerque <nanealbuquerque@ uol.com.br> escreveu :
Em que pese o texto bem escrito de Carlão, estou aqui revoltada.
Nós – e obviamente estou falando das mulheres de todas as idades pós mestruais – passamos regularmente por desconfortos semelhantes se não ainda mais vexatórios, tipo levar uma “bicada de pato” de seis em seis meses, no mais tardar de ano em ano, quando fazemos os benditos preventivos.
Aquele tal de bico de pato que TODOS os ginecologiastas usam para abrir o canal vaginal e, depois enfiar uma mão inteira dentro, além de outros apetrechos mais esquisitos como caninhos, câmeras e outros, para bisbilhotar nosso ventre, é algo irritante e absolutamente primitivo.
Mas nem por isso fazemos tanto drama. Aliás, as mulheres sempre são mais resistentes. Se não, como explicar o parto, algo tão peculiar e uma dor tão fdp que só quem passou por ela compreende? Carlão, com todo respeito que vc sabe que lhe tenho, deixe de chiada e relaxe.
Só espero que não se acostume porque, a essa altura da vida, ter que contar aos meus filhos que o pai deles é um gay tardio, recém descoberto e assumido, vai ser constrangedor… Convenhamos.
Mas que é divertido saber que vc andou tomando lá e vai tomar todo ano, ah, isto é! hahahahahhahaha! quem diria!
Em tempo: Vc já está sentando?
Bjos a todos. Eu não podia perder a chance…
e Carlão vai me matar
em 29 de Fevereiro de 2008, Bernadete Faria bernnafarias@yahoo.com.br escreveu:
Nane, você disse tudo
- e de uma forma muitíssimo bem-humorada.
Homens reclamam de qualquer desconforto;
nós, quase sempre, os tiramos de letra.
Você esqueceu até de citar outros exames, como a mamografia, que nos “esmaga” os seios.
Mas isso é fichinha…
portanto, rapazes, parem de reclamar e façam sua parte no cuidado com a saúde!
………………………………………………………………………………………………………………………………………
#por Suzana Tavares
Vocês sabem o que penso sobre isso né??
Ser racialista não é ser racista, até porque minha família é uma miscigenação danada. Tenho uma irmã que, aqui no Brasil, é tida como branca, e acreditem, tem olhos verdes, herdados da minha mãe. Meu pai é negro, e eu puxei mais para a genética dele e me acho lllliiiinda!, com meus cabelos duros e ouriçados. O que nos faz falta é o que Paulo Leandro colocou em seu texto, a ‘oportunidade’.
Não somente eu, muitos negros lutam pra obter visibilidade, e assim quebrar a hegemonia branca(que todos sabem, é muito forte). Só sabe quem é negro quem o é! Odeio me ver, na TV por exemplo, em posição servil, em papéis serviçais.
Pagamos um alto preço, sai muito caro, mesmo, assumir a militância negra, já que muitos, por receio de cobranças, exigências, processos de origem étnica, evitam nos nos dar oportunidade, mesmo uma chance de emprego…
Não sei se é por conta, apenas, da cor, ou também, talvez, pelo medo da alegação possível de discriminação ou assédio, o que é agravado pela condição de ser mulher. Pra mim, isto reflete uma mentalidade fraca, uma forte insegurança pessoal! E também por isto, odeio a fraqueza e o medo.
As diferenças não nos diminuem, nos faz ricos. Que sejamos marcados então pelas diferenças, mas também unidos pelo respeito a elas.
A diversidade é algo sério, que tento transformar em alegria, e graças aos conceitos de Stuart Hall, homem, negro e jamaicano, que criou o poder de roubar o fogo da própria definição: Negro, antes, significou tudo que podia, menos ser respeitado.
Agora, que pode ser afirmado como lindo, e é a base da identidade social positiva, exige, requer, e engendra respeito. Luto por esta diversidade. E por isso demos vivas a ela!!!
A todos, Axé
#suzana tavares é jornalista, produtora, negra linda e assumida
Lernando lopo-txt
A Opinião da Lei
Quando falamos em Leis pensamos logo que são normas sociais emanadas da vontade popular através dos seus representantes no legislativo,doce engano que devemos superar para construímos uma sociedade verdadeiramente livre.A vontade sempre se refere a ações específicas buscando determinados fins, concretos; e a vontade acaba quando a ação é tomada e o fim atingido.E conversa fiada, portanto, qualquer definição de lei que pretenda ser a expressão de uma vontade qualquer ,seja vontade popular, vontade geral, etc., porque as leis de verdade, que se referem à justa conduta dos homens, são apenas aquelas regras gerais aplicáveis a um número desconhecido de casos futuros, abstraídas, portanto, de quaisquer Circunstâncias específicas de tempo e de lugar e referindo-se apenas a condições que possam ocorrer em qualquer lugar ou a qualquer tempo. Ninguém pode ter uma vontade, com relação a um número desconhecido de casos futuros.
As opiniões, de outro lado, não visam a objetivos conhecidos a quem as mantém, são disposições permanentes, ou duradouras, referentes a valores que guiam as ações das pessoas pela maior parte de sua vida, e não a fins concretos, específicos, que governam suas ações em determinados momentos. Essa disposições são elementos abstratos ,mais ou menos permanentes, compreendem do sistemas hierárquicos altamente complexos contendo regras enraizadas no ser da pessoa, que dizem não só quais tipos de ação conduzem a um certo tipo de resultado, mas também indicam quais tipos de ação devem ser geralmente evitados. Estas disposições negativas contra tipos de ação que podem causar danos a outros ou grupos são uma das mais importantes adaptações que as pessoas vivendo em sociedade devem possuir para tornar a vida possível. Por isso, nesse estrito sentido, os tabus e as inibições são uma base tão necessária a vida correta em sociedade quanto são os conhecimentos sobre que tipos de ação produzirão um dado resultado.
Os valores visados pela opinião comum dos indivíduos não se referem, portanto, a pessoas, eventos ou objetos em particular mas a atributos que muitas pessoas, eventos ou objetos diferentes podem possuir em diferentes lugares e diferentes ocasiões. Se procurarmos descrever esses valores geralmente faremos isso por meio de normas ou leis gerais às quais essas pessoas, eventos ou objetos se ajustam.
As leis de uma sociedade aberta serão, portanto, fundamentadas na opinião sobre valores abstratos comuns à maioria dos cidadãos, e não em fins concretos, como ocorre, infelizmente, nas atuais instituições democráticas, mais dedicadas a satisfazer a vontade dos diversos grupamentos de interesses que formam momentaneamente a maioria. Só assim será possível uma sociedade aberta.
A possibilidade de uma sociedade aberta depende, pois, de que seus membros possuam opiniões, valores e normas comuns, e sua existência torna-se impossível se insistirmos em que exista uma vontade comum emitindo comandos, a título de lei, que ordenem seus membros a determinados fins concretos. Quanto maiores forem os grupos dentro dos quais pretendemos viver em paz, tanto mais abstratas e gerais devem ser as normas de conduta que confinam os valores comuns a alcançar. As pessoas de uma sociedade aberta podem ter em comum somente opiniões sobre valores abstratos e nunca uma vontade comum em relação a fins concretos. Por isso, para conseguir-se uma ordem onde predominam a paz e o entendimento geral, especialmente quando se pratica a democracia, é preciso limitar os poderes de coerção do governo a fazer cumprir normas abstratas de justa conduta aplicáveis igualmente a todos, inclusive a ele, o governo. Assim seria em uma sociedade verdadeiramente aberta.
licença poética
Peter Tosh Legalize
http://br.youtube.com/watch?v=8HcXcYlF3_0
Nua, mas para o amor não cabe o pejo
Na minha a sua boca eu comprimia.
E, em frêmitos carnais, ela dizia:
– Mais abaixo, meu bem, quero o teu beijo!
…
Na inconsciência bruta do meu desejo
Fremente, a minha boca obedecia,
E os seus seios, tão rígidos mordia,
Fazendo-a arrepiar em doce arpejo.
…
Em suspiros de gozos infinitos
Disse-me ela, ainda quase em grito:
– Mais abaixo, meu bem! – num frenesi.
…
No seu ventre pousei a minha boca,
– Mais abaixo, meu bem! – disse ela, louca,
Moralistas, perdoai! Obedeci…<!–[endif]–>
Olavo Bilac
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–> rorô, de salto 15, versus cidinha atrás das câmaras Via Láctea “Ora (direis) ouvir estrelas! Certo Perdeste o senso”! E eu vos direi, no entanto, Que, para ouvi-las, muita vez desperto E abro as janelas, pálido de espanto… … E conversamos toda a noite, enquanto
A via láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto …
Direis agora! “Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?” …
E eu vos direi: “Amai para entendê-las:
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas” Olavo Bilac
******************************************************** Lá Vêm Elas
se um dia, por prazer,
ou fúria pura,
quisesses supliciar me
em amagura,
melhor não o farias
que o fazes, deixar me
sem sequer ter
a voz tua
papo etílico jan
08 08a cabeça dói evito ao máximo falar, entendam preciso esquecer o revelion, mas ele não me larga…
papo etílico
De: acarmel <acarmel@uol.com.br>bn Para: sinjorba
Enviadas: Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008 23:01:12
Assunto: [sinjorba] P/ IANA
Quem tem os contacts de Iana ? Landim, é vc ? ac Tenquio, Brodi ! ac -Carmel, tá na hompege, na parte inferior da primeira página, mas você vai receber um exemplar aí na Secretaria por estes dias
Moacy
—– Mensagem original —- De: Marcia Rodrigues <marciabr@uol.com.br> Para: sinjorba@yahoogrupos.com.br
Enviadas: Terça-feira, 8 de Janeiro de 2008 21:40:03 Assunto: [sinjorba] Pós-graduação- Urgente
Caros colegas,
Estou fazendo uma pesquisa sobre pós-graduação e gostaria de saber a opinião de vocês sobre que curso de pós vocês gostariam de fazer ou que sentem faltam no mercado.
Aguardo retorno e um beijo para Fafy, Alvinho, Carmel, Vanda, Lili, Suca, Yuri…etc.. enfim para todos
Marcia Rodrigues
Cartas de Verão
Carlos Alberto Carlão de Oliveira <carlaooliveira1@ oi.com.br> escreveu:
Maluca Cássia Eller Composição: Luiz Capucho
Foi minha irmã quem me chamou pra ver
Era um caminhão, era um caminhão
Carregado de botão de rosas
Eu fiquei maluca
Por flor tenho loucura, eu fiquei maluca
Saí
Quando voltei molhada
Com mais de dúzias de botão
Botei botão na sala, na mesa, na TV, no sofá
Na cama, no quarto, no chão, na penteadeira
Na cozinha, na geladeira, na varanda
E na janela era grande o barulho da chuva
Da chuva
Eu fiquei maluca
Eu fiquei maluca
— Mensagem encaminhada —- Alberto Americo de Freitas Junior Para: sinjorba@yahoogrupos.com.br Enviadas: Quarta-feira, 6 de Junho de 2007 16:40:57 Assunto: Res: [sinjorba] flamboyant Fig e Araka, vocês esqueceram do Chá das Cinco (com o histórico debate sobre o fim do mundo), das festas Punk e Forrock (entre outras), dos torneios de dama e xadrez, das apresentações de Leo Jaime (frequentador assíduo da cantina de Beré), de Galvão, Jussara Silveira, etc. Comecei na EBC e terminei na Facom e, reforçando o que disse Alvinho, nada se compara ao flamboyant. Alberto —– Mensagem encaminhada —-
De: Alvaro Figueiredo <fgrdjr@yahoo. com.br>
Para: sinjorba@yahoogrupos.com.br Enviadas: Quarta-feira, 6 de Junho de 2007 14:40:26
Assunto: Aooondee!!!!
Somos todos passageiros, Marcinha, alguns da verdadeira agonia.
Não sei sobre a cerveja e o fricassé dos colegas faconheiros, mas agaranto-lhe que o melhor de nosso imaginário lúdico e universo acadêmico foi este saudoso período em que gozamos a hospitalidade, a sombra, e a órbita maravilhosa do Mágico Flamboyant da EBC.
Declinar daquela inesquecível e magnífica hospedagem, a nós docemente concedida pelas meninas de biblioteconomia, foi a maior das bobagens que já vi alguém fazer –coisa de cururu, naturalmente, quando decidiram “criar” a Facom.Ali, na nossa EBC, ouvi histórias incríveis, sobre um certo Agostinho voador que, à semelhança de Alice, desceu de supetão e foi parar no vale –e sobreviveu para contar a aventura imponderável, após a queda considerável.Também ali tive o prazer, por anos, de ombrear minha moto com a verdadeira raridade que era a antiga honda do Grande Professor Walter Smetack, que trazia, a tiracolo, sempre algum estranho instrumento, e o levava, escada acima, para as aulas da Escola de Música.Escada íngreme essa que, mais de uma vez, tive a chance de escalar em duas rodas, experimentando a propaganda de off road da yamaha DT, uma das primeiras máquinas do tipo, e paixão até hoje.
Era como estar em um reino fantástico, de realidades impossíveis.
A convivência com os colegas Nelson e Walquiria, então estudantes de comunicação, mas já delegados em tempos de linha dura, só se concebia ali, à sombra daquele Flamboyant harmonioso e tolerante. Alí também fui a uma das primeiras “discos” o PABX, criação do nosso Head Luiz Antônio.
Não vou me estender falando dos papos, inspiradíssimos, à sombra da árvore transcendental, os petiscos de Beré, e a eterna mesa de Domino(I ,II e III, até onde me lembro), disputados sem descanso, e com mais afinco quem muitas matérias. Nem dos beijos roubados, trocados, e perdidos nas tardes mornas e deliciosas que não tem jeito de se repetir. E por falar nas as aulas, lembro logo da bela e exigente pró Sonia Serra, minha determinante iniciação ao marxismo, nosso semiótico professor Aluísio da Franca Rocha, a quem ainda encontro e batemos papo, às vezes, na caminhada pelo calçadão da Barra, a boa lição de RP do saudoso Milton Caíres de Brito, a temponáutica ebeceana, de nosso querido Rui Espinheira Filho, e para não decepcionar às meninas, o charme, cortesia e elegância de arrasar corações do pai da matéria, professor Othon Fernando Jambeiro Othon.
Claro que não esqueci da simpaticíssima, e até folclórica figura de nosso querido Jonicael Cedraz, que atingiu o sublime estágio de propiciar aos seus acólitos o direito de se auto avaliarem.
Duvido que exista outro local, ou figuras, mágicas assim.
Não tem fricassé que se lhe compare.
Alvaro Figueiredo do Flamboyant
—– Mensagem encaminhada —-
Enviadas: Quinta-feira, 7 de Junho de 2007 6:54:08
Assunto: figueira do flam
Figa
Acrescente aí a tarde em que Jorge Mautner foi ao Flamboyant e a eclosão do movimento punk aos sábados, com dezenas de jovens espetados e usando roupas pretas, ficou bem estranho mesmo.
Acho que em Mafesoli a gente encontra alguma coisa que aborda esta idéia que o conhecimento circula mais nos locais onde as instituições ainda não o aprisionaram.
Sob o flam, estava a verdadeira escola. Até o ambiente de natureza linkava ao imaginário dos jardins de pensadores e das ágoras gregas.
Acho que você andava muito ocupado quando os estudantes reinvadiram o pedaço, depois de terem subido para a antiga biblioteca da Ufba, e transformaram a área no ESPAÇO URGENTE em uma reinvasão que foi bem noticiada, à época.
Mary Bahia há de lembrar. Talvez valesse a pena criar um flamboyant virtual, com a imagem da nossa árvore-símbolo.
Tenho alguma pesquisa documental do período, como poemas de Dori e – por que não? – Sérgio Mattos (Tropeços), exemplares de jornais mimeografados, livrinhos de Chico Bina (ele lançava as publicações com um garrafão de Sangue de Boi), entre outros registros, incluindo o próprio Flam, na época.
O senhor se considere amplamente reabilitado com a Sociedade Brasileira de Diabetes.
Bença tia conça, tou ino pro interior, quereno tomar uns quentaum avise a hora da chegada na rodoviária ou ligue do orelhaum se vier de moto.
até depois do saum juaum.
Será que se a gente pedisse a Othon, ele deixava a gente fazer uma festa de quarentões debaixo do Flam ou é muita nostalgia?
Cada geração tem seus anos dourados e deles precisa se lembrar para não sumir no medo das doenças e do tempo que se esgota.
abs
P.L.
rikalado
O gato
comeu o rato
e ficou g(rato)
ricardo emanuel
—Lembrando o poeta da praça…
brinque!!!
esta coisa, meio brincadeira, de escrever pensando em quem lê, cria um misto de desafio, insegurança… alguém lá quer saber…???? todo remake, q nem o flam, busca encontrar uma lembrança boa, uma memória maior q o marketing pessoal,q se faz de si. daí a gente lembrar tempos como os do Boemia, do Pabx , até os babas em Ondina -q nunca fui, as festas, e as viagens.Vou dar exemplo(lembrei agora): na EBC, qdo a gente tavaino a Brasília, um congresso, acho que da ucbc, ou em Belô, sei lá, todo mundo conferindo tudo, lugar, trocados, documentrs, bagagens, faltou dizer, o ônibus na porta, em frente à antiga Facom, em cima do Flamboyant. Daí, na hora de sair, adivinha quem chegou de repente, de surpresa?
O poeta Rikhalado.Ele foi em casa, voltou de mochila e partiu com a gente no ‘busu’. A viagem, a companhia, o empurrão era o q faltava pra Rick pegar o ‘Canudo’. pouca gente recorda que a partir bdalí o poeta da praça entrou na ECC, e ainda que tenha terminado na Facom -sorry,periferia- merece o mérito da decisão. Parabéns, Jornalista Dom Ratão:
venha!!! este site é produto da boa vontade do webman Yuri Almeida, q depois de doar tempo, trabalho -e muita paciência- aos pouco reconhecidos colegas do Sinjorba, permitiu a esta anta intergaláctica aqui um espaço (uma nesga, né bró?) na neo-milenar rede de comunicação virtual, sem a tortura psíquica do trabalho forçado de traduzir mal-inglês para alimentar um malajambrado arrazoado de letras mal-costuradas. a idéia não era um site pessoal, mas isso acabou acontecendo mais por conta da falta de tesão alheio q da vontade própria deste escriba baiano, mal remunerado, pior reconhecido, e pessimamente afamado. Claro que o prazer abaianado de ver outros pulando fogueira, prática identificada pelo “vá lá q ocê vai se dá bem”, alimentaram o ego do otário, e eis-me aqui, metido em camisa de 11 varas como apesar de tudo a alma nunca deve ser pequena, nos assumimos(ele primeiro, claro) como jornalistas em busca de espaço(nem que seja virtual), pra postar abobrinhas, descascar pepinos, cozinhar berinjelas e enfiar cenouras em quem acharruim – ô dissé q tá pôco. candidatem-se os interessados em ler, dar(principalmente) a contribuição, e bico fechado sobre o que n gosta -lave a própria boca -e a roupa suja- em casa ou da senhora sua mãe. no mais é séquiço, roquenrol e drogas tô fora -saímos pra mais… ao PT, SaudaçõesEste é um exemplo de página do WordPress. Você poderá editá-la, colocando informações sobre você ou seu site para que leitores saibam de onde você veio. Você pode criar várias páginas como esta ou sub-páginas e manter todo seu conteúdo no WordPress


Gostei!!!!!!!!!!!!Irei publicar no meu blog?E coloque minha foto para todos verem que sou toda boa mesmo!!* Rs
vc é maravilhosa…
bjs
alf
Seu blog está tão legal que eu de inveja vou tentar atualizar o meu. Valeu amigo. Estou fazendo um bico, também conhecido freelancer para os sofisticados, no Sindilimp-BA. É um projeto legal dos caras ao tirar os trabalhadores da invisibilidade que a sociedade os colocou. Se gostar e puder, por favor divulgue em seu blog http://www.sindilimpba.org.br
Carlão
nesta nossa curta vida, profissional, principalmente, não há meu ou seu,
pelo menos deviamos entender que nem este mundo é nosso,
somos apenas passageiros desta viagem tempo-espacial
e o sindilimp -e sua turma- são essenciais a manutenção da biosfera,
e está na contramão da extinção, destino a q estamos buscando…
xêro de mar da bahia
alf
:)
dear bibo
this matter looks funny
but is more than serious
come anytime,
alf
meu querido rickalado, andando assim, pelado vc está errado. ainda que envolto em uma névoa de fumo, estará melhor trajado.ansiamos pelo humor cáustico -quase salgado- acre como só o são os limões maduros
em homenagem ao nosso mestre Leandro, que continuamos, ao menos vc e eu, vêlo retornar ao alambique, brindemos -ainda que a recente-passada vitótria rubro negra
tin tin’
alvinho, parabens por esta iniciativa estou a 24 horas sem usar nada e você?. torço pela sua saúde e sobriedade, e o principal de tudo, a fé em jesus cristo! Não me considero um dom ratão, nem nenhum outro rótulo de natureza negativa. Nada como um dia após o outro. Não tenho inveja de ninguém, não tenho sonhos de consumo megalomaniacos nem tenho mania de perseguição. O Senhor jesus Cristo é o meu Pastor e NADA ME FALTARÁ.
as coisas mudam, a política muda, mas as verdadeiras amizades permanecem sólidas.
que a Paz do Senhor seja contigo! Amém, Amém e Amém
ricardo emanuel, hoje servo de Jesus Cristo
alvinho este seu jeito de se referir ao colega parece uma tentativa de minar a sensação de auto confiança do semelhante.
olhe para dentro de si mesmo o seu caráter.
o que voce realmente é, não aquilo que voce tem, ou o que pensa que é.
pisar nos outros a titulo de matar dois leões por dia para sobreviver não justifica seus atos.
a propósito, este seu blog expirou, tá tão magrinho, o que foi que houve? ricardo emanuel, poeta, ex- jornalista.
rick, bacana, deixe de elucubrar
va ao http://falandonalata.wordpress.com/
quem vive em permanente estado de elocubração
não sou eu não alvinho
tenho a minha própria trajetória
meu processo histórico pessoal e intransferivel
não abro mão da minha dignidade
não tenho complexos de inferiodade
externados em forma de escárnio
a quem quer que seja
antes que esqueça
já cheirou quantas hoje?
ricardo emanuel
depende
xibiiu ou o q …???
um beijo rickalado
e mostre um aí de sua safra
ora gente postar nalata
entre os txts menos posudos
e mais pensados
abs
alf
já que você pediu alvinho, lá vai:
uma formiga
bebeu da minha lágrima
e foi vítima de uma overdose
alvinho, agora que eu sei que você é um beato carola
esse seu papo de rebeldia não embala
a sua bola é outra
vê se não enrola
na lata eu procurei, mas não encontrei o tal endereço
fiquei enlatado
ou engarrafado
existem outros nalata.
e agora?
Bullying também acontece nas empresas
Combatido nas escolas o Bullying, ato de perseguir e agredir moralmente a vítima, também virou uma preocupação das empresas. Chamado de “mobbing” pelos especialistas, a agressão pode levar os funcionários a depressão ou fazer com que muitos desistam de suas atividades.
e tem mais
Competição estimula terror psicológico entre colegas
Há poucos anos, as malvadezas típicas do universo infantil vieram à tona e revelaram o assédio recorrente cometido por um grupo de crianças à outra. A ação recebeu nome e sentença: “bullying”, ato de perseguir e agredir moralmente a vítima.
Com o aumento da competitividade entre trabalhadores e da pressão do empregador por mais resultados em menos tempo, o termo foi trasladado para o ambiente de trabalho, dando nova roupagem a um tipo crescente de assédio moral: o “mobbing”, palavra derivada de “mob” (do inglês, “máfia”).
O termo passou a ser tão conhecido que, no Google, soma mais de 6 milhões de sites de diversos países, de blogs de vítimas a entidades de pesquisa. Em alguns países, porém, ele é sinônimo do próprio assédio; aqui, é compreendido como uma de suas formas de ação.”Mobbing é o assédio coletivo contra uma pessoa”, define José Carlos Ferreira, diretor-adjunto do escritório da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil.
“Esse comportamento generalizou-se, encontra-se em qualquer profissão”, assinala Roberto Heloani, professor da FGV-SP, Unicamp e USM (Universidade São Marcos), que cunha como “assassinato psíquico” a ação do assediador.
O mais conhecido tipo de assédio moral é o terror psicológico feito pelo chefe sobre o subordinado. Segundo Margarida Barreto, uma das maiores especialistas do país no tema, esse tipo representa 90% dos casos. Mas o provocado pelo grupo ou por um colega sobre o profissional também preocupa: soma 8,5% dos casos. Os dados são resultado da tese de doutorado de Barreto, que envolveu 42 mil trabalhadores em todo o país.
Parte dos especialistas ouvidos pela Folha reforça, aliás, que o “mobbing” é o lado mais perverso desse assédio, por ser cometido por pares da vítima.”Os grupos acompanham o assediador porque têm medo de se tornar vítimas, apoiando a crueldade”, reforça Sylvio Boscariol Ribeiro, coordenador do núcleo de combate à discriminação da DRT (Delegacia Regional do Trabalho).
Quando chegou à escola pública em que trabalha, há seis meses, Helena (nome fictício), 24, conta que deparou-se com privilégios e irregularidades.
“Eu comecei a questionar alguns pontos”, diz ela, “como a troca de favores que ocorria entre eles”. Os cerca de 30 professores que já trabalhavam na instituição passaram a isolá-la.
“Eles têm medo da diretora, que usa o marido, advogado, para coagir. Sinto-me perseguida e não tenho amparo”, denuncia. “Já trabalhei em mais de 20 escolas e nunca tinha passado por isso. O clima é pesado: são várias semanas sem que alguém me dê “bom dia”.”
O cenário é tão opressor que lembra filmes de máfia italiana. Mas as situações são reais e têm conseqüências graves: 16% dos profissionais que sofreram assédio moral já tentaram suicídio, aponta Margarida Barreto.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região pesquisou, entre janeiro e fevereiro, o assédio moral nos bancos. A instituição julga “preocupantes” os resultados: 55% dos trabalhadores vivem preocupados; 3% têm idéias suicidas e 9% se consideram “inúteis”.
A bancária Cláudia (nome fictício), 37, há 20 anos na mesma empresa, apresentou diversos sinais. Em outubro de 2005, ela sucumbiu fisicamente às pressões: teve o corpo paralisado do pescoço para baixo e saiu do trabalho rumo ao pronto-socorro. Só voltou à agência quatro meses depois, para pedir transferência de posto.”O assediado é uma pessoa que, em geral, desperta certa inveja no assediador. Para a vítima, eu garanto: ela não é medíocre”, destaca Heloani.
(Folha de São Paulo – 03/07/06)
e tem mais
Competição estimula terror psicológico entre colegas
Há poucos anos, as malvadezas típicas do universo infantil vieram à tona e revelaram o assédio recorrente cometido por um grupo de crianças à outra. A ação recebeu nome e sentença: “bullying”, ato de perseguir e agredir moralmente a vítima.
Com o aumento da competitividade entre trabalhadores e da pressão do empregador por mais resultados em menos tempo, o termo foi trasladado para o ambiente de trabalho, dando nova roupagem a um tipo crescente de assédio moral: o “mobbing”, palavra derivada de “mob” (do inglês, “máfia”).
O termo passou a ser tão conhecido que, no Google, soma mais de 6 milhões de sites de diversos países, de blogs de vítimas a entidades de pesquisa. Em alguns países, porém, ele é sinônimo do próprio assédio; aqui, é compreendido como uma de suas formas de ação.”Mobbing é o assédio coletivo contra uma pessoa”, define José Carlos Ferreira, diretor-adjunto do escritório da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil.
“Esse comportamento generalizou-se, encontra-se em qualquer profissão”, assinala Roberto Heloani, professor da FGV-SP, Unicamp e USM (Universidade São Marcos), que cunha como “assassinato psíquico” a ação do assediador.
O mais conhecido tipo de assédio moral é o terror psicológico feito pelo chefe sobre o subordinado. Segundo Margarida Barreto, uma das maiores especialistas do país no tema, esse tipo representa 90% dos casos. Mas o provocado pelo grupo ou por um colega sobre o profissional também preocupa: soma 8,5% dos casos. Os dados são resultado da tese de doutorado de Barreto, que envolveu 42 mil trabalhadores em todo o país.
Parte dos especialistas ouvidos pela Folha reforça, aliás, que o “mobbing” é o lado mais perverso desse assédio, por ser cometido por pares da vítima.”Os grupos acompanham o assediador porque têm medo de se tornar vítimas, apoiando a crueldade”, reforça Sylvio Boscariol Ribeiro, coordenador do núcleo de combate à discriminação da DRT (Delegacia Regional do Trabalho).
Quando chegou à escola pública em que trabalha, há seis meses, Helena (nome fictício), 24, conta que deparou-se com privilégios e irregularidades.
“Eu comecei a questionar alguns pontos”, diz ela, “como a troca de favores que ocorria entre eles”. Os cerca de 30 professores que já trabalhavam na instituição passaram a isolá-la.
“Eles têm medo da diretora, que usa o marido, advogado, para coagir. Sinto-me perseguida e não tenho amparo”, denuncia. “Já trabalhei em mais de 20 escolas e nunca tinha passado por isso. O clima é pesado: são várias semanas sem que alguém me dê “bom dia”.”
O cenário é tão opressor que lembra filmes de máfia italiana. Mas as situações são reais e têm conseqüências graves: 16% dos profissionais que sofreram assédio moral já tentaram suicídio, aponta Margarida Barreto.
O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região pesquisou, entre janeiro e fevereiro, o assédio moral nos bancos. A instituição julga “preocupantes” os resultados: 55% dos trabalhadores vivem preocupados; 3% têm idéias suicidas e 9% se consideram “inúteis”.
A bancária Cláudia (nome fictício), 37, há 20 anos na mesma empresa, apresentou diversos sinais. Em outubro de 2005, ela sucumbiu fisicamente às pressões: teve o corpo paralisado do pescoço para baixo e saiu do trabalho rumo ao pronto-socorro. Só voltou à agência quatro meses depois, para pedir transferência de posto.”O assediado é uma pessoa que, em geral, desperta certa inveja no assediador. Para a vítima, eu garanto: ela não é medíocre”, destaca Heloani.
(Folha de São Paulo – 03/07/06)
Assédio institucional ganha força quando a empresa é omissa
A empresa responde pela reparação dos atos de seus empregados no exercício do trabalho, segundo o Código Civil. Entretanto, dizem especialistas, quando o tema é assédio moral, muitas não têm canais eficazes para combatê-lo.
Isso, aliado a políticas mais agressivas de gestão, pode, algumas vezes, reforçar a prática do terror psicológico. Neste caso, surge o assédio moral institucional, no qual todos os funcionários podem ser considerados vítimas. “É uma co-autoria de assediadores”, explica a advogada e mestra em direito do trabalho Adriana Calvo.”Ele é oriundo de uma política empresarial truculenta e ultrapassada”, diz Jorge Luiz de Oliveira da Silva, professor de criminologia da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Como exemplo, ele cita um caso ocorrido em uma grande fábrica de roupas íntimas.
“Os funcionários -na maioria, mulheres- eram vigiados por câmeras até nos vestiários e, no fim do expediente, passavam por revista íntima, para verificar se não roubavam peças.”
Após denúncias, a firma foi forçada a alterar a prática. Para Silva, os empregados poderiam entrar com uma ação coletiva contra o empregador. Mas o assédio institucional ainda é um conceito inédito na jurisprudência brasileira.
“Até o assédio individual, que não tem lei na esfera privada, é embrionário. O institucional é vanguarda”, avalia Calvo.Para coibir a prática de assédio e auxiliar os assediados, empresas têm aderido a manuais de conduta, ouvidorias e ombudsmans. A eficácia deles, porém, é controversa.
Para a professora da Faap (Fundação Armando Álvares Penteado) Maria Aparecida Rhein Schirato, nunca se teve tanto assédio moral no ambiente de trabalho quanto hoje. “Não tenho visto atitudes de empresas para combatê-lo. Pelo contrário: elas o reforçam.”
Para Schirato, as empresas que mais sofrem com assédio são as que trabalham por metas e as que têm de responder ao mercado com rapidez. Já as que trabalham com projetos tendem a dar mais tempo à maturação de idéias do funcionário.
Willian Bull, consultor da Mercer, é mais otimista: “Aumentaram os questionamentos das lideranças. Isso encoraja as empresas a tomar mais consciência”, avalia.
(Folha de São Paulo – 03/07/06)