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	<title>Comentários sobre O Flamboyant</title>
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	<description>por Alvaro Figueiredo</description>
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		<title>Comentário sobre sangue bretão por Maurício Medeiros</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/2008/03/04/sangue-bretao/#comment-75</link>
		<dc:creator>Maurício Medeiros</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 22:33:48 +0000</pubDate>
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		<description>O baba ainda continua e em dezembro de 2010 completa bodas de prata.

Apareça!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O baba ainda continua e em dezembro de 2010 completa bodas de prata.</p>
<p>Apareça!</p>
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		<title>Comentário sobre da branquinha cê não escapa&#8230; por Suzana Tavares</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/2009/08/02/da-branquinha-ce-nao-escapa/#comment-72</link>
		<dc:creator>Suzana Tavares</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 17:45:49 +0000</pubDate>
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		<description>Amigo meu cadê tu??? Saudade ds teus papos teclados... Xeros
&lt;strong&gt;&lt;em&gt;é hoje, nega...
tbém sentmos sua falta, principalmente n a lata
mas deu saudade de conversar e cronicar
é dia de flam !!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigo meu cadê tu??? Saudade ds teus papos teclados&#8230; Xeros<br />
<strong><em>é hoje, nega&#8230;<br />
tbém sentmos sua falta, principalmente n a lata<br />
mas deu saudade de conversar e cronicar<br />
é dia de flam !!!</em></strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Obama e a Bloomberg por Chico Muniz</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/2009/07/26/obama-e-a-bloomberg/#comment-71</link>
		<dc:creator>Chico Muniz</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 15:16:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oflamboyant.wordpress.com/?p=772#comment-71</guid>
		<description>Não seria algemado por ser branco, por ser professor ou por ser proprietário de sua casa?

Em verdade, enquanto a célebre frase &quot;Sabe com quem está falando?&quot; ainda ecoar nas consciências, mesmo que não seja articulada, estaremos todos sujeitos às algemas, não as da polícia, mas as da intolerância, do preconceito, da incompreensão, do arbítrio, da arrogância... (a lista é vasta!)  

Abraços, meu caro, que braços foram feitos para abraçar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não seria algemado por ser branco, por ser professor ou por ser proprietário de sua casa?</p>
<p>Em verdade, enquanto a célebre frase &#8220;Sabe com quem está falando?&#8221; ainda ecoar nas consciências, mesmo que não seja articulada, estaremos todos sujeitos às algemas, não as da polícia, mas as da intolerância, do preconceito, da incompreensão, do arbítrio, da arrogância&#8230; (a lista é vasta!)  </p>
<p>Abraços, meu caro, que braços foram feitos para abraçar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Obama e a Bloomberg por (r)evolução racial &#171;</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/2009/07/26/obama-e-a-bloomberg/#comment-70</link>
		<dc:creator>(r)evolução racial &#171;</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 19:10:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://oflamboyant.wordpress.com/?p=772#comment-70</guid>
		<description>[...] Obama e a Bloomberg [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Obama e a Bloomberg [...]</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre day by day por rickarduo emmanuel do lago</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/sobre/#comment-69</link>
		<dc:creator>rickarduo emmanuel do lago</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 20:36:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-69</guid>
		<description>e tem mais 
 

 Competição estimula terror psicológico entre colegas

Há poucos anos, as malvadezas típicas do universo infantil vieram à tona e revelaram o assédio recorrente cometido por um grupo de crianças à outra. A ação recebeu nome e sentença: &quot;bullying&quot;, ato de perseguir e agredir moralmente a vítima.

Com o aumento da competitividade entre trabalhadores e da pressão do empregador por mais resultados em menos tempo, o termo foi trasladado para o ambiente de trabalho, dando nova roupagem a um tipo crescente de assédio moral: o &quot;mobbing&quot;, palavra derivada de &quot;mob&quot; (do inglês, &quot;máfia&quot;).

O termo passou a ser tão conhecido que, no Google, soma mais de 6 milhões de sites de diversos países, de blogs de vítimas a entidades de pesquisa. Em alguns países, porém, ele é sinônimo do próprio assédio; aqui, é compreendido como uma de suas formas de ação.&quot;Mobbing é o assédio coletivo contra uma pessoa&quot;, define José Carlos Ferreira, diretor-adjunto do escritório da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil.

&quot;Esse comportamento generalizou-se, encontra-se em qualquer profissão&quot;, assinala Roberto Heloani, professor da FGV-SP, Unicamp e USM (Universidade São Marcos), que cunha como &quot;assassinato psíquico&quot; a ação do assediador.

O mais conhecido tipo de assédio moral é o terror psicológico feito pelo chefe sobre o subordinado. Segundo Margarida Barreto, uma das maiores especialistas do país no tema, esse tipo representa 90% dos casos. Mas o provocado pelo grupo ou por um colega sobre o profissional também preocupa: soma 8,5% dos casos. Os dados são resultado da tese de doutorado de Barreto, que envolveu 42 mil trabalhadores em todo o país.

Parte dos especialistas ouvidos pela Folha reforça, aliás, que o &quot;mobbing&quot; é o lado mais perverso desse assédio, por ser cometido por pares da vítima.&quot;Os grupos acompanham o assediador porque têm medo de se tornar vítimas, apoiando a crueldade&quot;, reforça Sylvio Boscariol Ribeiro, coordenador do núcleo de combate à discriminação da DRT (Delegacia Regional do Trabalho).

Quando chegou à escola pública em que trabalha, há seis meses, Helena (nome fictício), 24, conta que deparou-se com privilégios e irregularidades.
&quot;Eu comecei a questionar alguns pontos&quot;, diz ela, &quot;como a troca de favores que ocorria entre eles&quot;. Os cerca de 30 professores que já trabalhavam na instituição passaram a isolá-la.

&quot;Eles têm medo da diretora, que usa o marido, advogado, para coagir. Sinto-me perseguida e não tenho amparo&quot;, denuncia. &quot;Já trabalhei em mais de 20 escolas e nunca tinha passado por isso. O clima é pesado: são várias semanas sem que alguém me dê &quot;bom dia&quot;.&quot;
O cenário é tão opressor que lembra filmes de máfia italiana. Mas as situações são reais e têm conseqüências graves: 16% dos profissionais que sofreram assédio moral já tentaram suicídio, aponta Margarida Barreto.

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região pesquisou, entre janeiro e fevereiro, o assédio moral nos bancos. A instituição julga &quot;preocupantes&quot; os resultados: 55% dos trabalhadores vivem preocupados; 3% têm idéias suicidas e 9% se consideram &quot;inúteis&quot;.

A bancária Cláudia (nome fictício), 37, há 20 anos na mesma empresa, apresentou diversos sinais. Em outubro de 2005, ela sucumbiu fisicamente às pressões: teve o corpo paralisado do pescoço para baixo e saiu do trabalho rumo ao pronto-socorro. Só voltou à agência quatro meses depois, para pedir transferência de posto.&quot;O assediado é uma pessoa que, em geral, desperta certa inveja no assediador. Para a vítima, eu garanto: ela não é medíocre&quot;, destaca Heloani.

(Folha de São Paulo – 03/07/06)

 Assédio institucional ganha força quando a empresa é omissa

A empresa responde pela reparação dos atos de seus empregados no exercício do trabalho, segundo o Código Civil. Entretanto, dizem especialistas, quando o tema é assédio moral, muitas não têm canais eficazes para combatê-lo.

Isso, aliado a políticas mais agressivas de gestão, pode, algumas vezes, reforçar a prática do terror psicológico. Neste caso, surge o assédio moral institucional, no qual todos os funcionários podem ser considerados vítimas. &quot;É uma co-autoria de assediadores&quot;, explica a advogada e mestra em direito do trabalho Adriana Calvo.&quot;Ele é oriundo de uma política empresarial truculenta e ultrapassada&quot;, diz Jorge Luiz de Oliveira da Silva, professor de criminologia da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Como exemplo, ele cita um caso ocorrido em uma grande fábrica de roupas íntimas.

&quot;Os funcionários -na maioria, mulheres- eram vigiados por câmeras até nos vestiários e, no fim do expediente, passavam por revista íntima, para verificar se não roubavam peças.&quot;

Após denúncias, a firma foi forçada a alterar a prática. Para Silva, os empregados poderiam entrar com uma ação coletiva contra o empregador. Mas o assédio institucional ainda é um conceito inédito na jurisprudência brasileira.

&quot;Até o assédio individual, que não tem lei na esfera privada, é embrionário. O institucional é vanguarda&quot;, avalia Calvo.Para coibir a prática de assédio e auxiliar os assediados, empresas têm aderido a manuais de conduta, ouvidorias e ombudsmans. A eficácia deles, porém, é controversa.


Para a professora da Faap (Fundação Armando Álvares Penteado) Maria Aparecida Rhein Schirato, nunca se teve tanto assédio moral no ambiente de trabalho quanto hoje. &quot;Não tenho visto atitudes de empresas para combatê-lo. Pelo contrário: elas o reforçam.&quot;

Para Schirato, as empresas que mais sofrem com assédio são as que trabalham por metas e as que têm de responder ao mercado com rapidez. Já as que trabalham com projetos tendem a dar mais tempo à maturação de idéias do funcionário.

Willian Bull, consultor da Mercer, é mais otimista: &quot;Aumentaram os questionamentos das lideranças. Isso encoraja as empresas a tomar mais consciência&quot;, avalia.


(Folha de São Paulo – 03/07/06)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e tem mais </p>
<p> Competição estimula terror psicológico entre colegas</p>
<p>Há poucos anos, as malvadezas típicas do universo infantil vieram à tona e revelaram o assédio recorrente cometido por um grupo de crianças à outra. A ação recebeu nome e sentença: &#8220;bullying&#8221;, ato de perseguir e agredir moralmente a vítima.</p>
<p>Com o aumento da competitividade entre trabalhadores e da pressão do empregador por mais resultados em menos tempo, o termo foi trasladado para o ambiente de trabalho, dando nova roupagem a um tipo crescente de assédio moral: o &#8220;mobbing&#8221;, palavra derivada de &#8220;mob&#8221; (do inglês, &#8220;máfia&#8221;).</p>
<p>O termo passou a ser tão conhecido que, no Google, soma mais de 6 milhões de sites de diversos países, de blogs de vítimas a entidades de pesquisa. Em alguns países, porém, ele é sinônimo do próprio assédio; aqui, é compreendido como uma de suas formas de ação.&#8221;Mobbing é o assédio coletivo contra uma pessoa&#8221;, define José Carlos Ferreira, diretor-adjunto do escritório da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil.</p>
<p>&#8220;Esse comportamento generalizou-se, encontra-se em qualquer profissão&#8221;, assinala Roberto Heloani, professor da FGV-SP, Unicamp e USM (Universidade São Marcos), que cunha como &#8220;assassinato psíquico&#8221; a ação do assediador.</p>
<p>O mais conhecido tipo de assédio moral é o terror psicológico feito pelo chefe sobre o subordinado. Segundo Margarida Barreto, uma das maiores especialistas do país no tema, esse tipo representa 90% dos casos. Mas o provocado pelo grupo ou por um colega sobre o profissional também preocupa: soma 8,5% dos casos. Os dados são resultado da tese de doutorado de Barreto, que envolveu 42 mil trabalhadores em todo o país.</p>
<p>Parte dos especialistas ouvidos pela Folha reforça, aliás, que o &#8220;mobbing&#8221; é o lado mais perverso desse assédio, por ser cometido por pares da vítima.&#8221;Os grupos acompanham o assediador porque têm medo de se tornar vítimas, apoiando a crueldade&#8221;, reforça Sylvio Boscariol Ribeiro, coordenador do núcleo de combate à discriminação da DRT (Delegacia Regional do Trabalho).</p>
<p>Quando chegou à escola pública em que trabalha, há seis meses, Helena (nome fictício), 24, conta que deparou-se com privilégios e irregularidades.<br />
&#8220;Eu comecei a questionar alguns pontos&#8221;, diz ela, &#8220;como a troca de favores que ocorria entre eles&#8221;. Os cerca de 30 professores que já trabalhavam na instituição passaram a isolá-la.</p>
<p>&#8220;Eles têm medo da diretora, que usa o marido, advogado, para coagir. Sinto-me perseguida e não tenho amparo&#8221;, denuncia. &#8220;Já trabalhei em mais de 20 escolas e nunca tinha passado por isso. O clima é pesado: são várias semanas sem que alguém me dê &#8220;bom dia&#8221;.&#8221;<br />
O cenário é tão opressor que lembra filmes de máfia italiana. Mas as situações são reais e têm conseqüências graves: 16% dos profissionais que sofreram assédio moral já tentaram suicídio, aponta Margarida Barreto.</p>
<p>O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região pesquisou, entre janeiro e fevereiro, o assédio moral nos bancos. A instituição julga &#8220;preocupantes&#8221; os resultados: 55% dos trabalhadores vivem preocupados; 3% têm idéias suicidas e 9% se consideram &#8220;inúteis&#8221;.</p>
<p>A bancária Cláudia (nome fictício), 37, há 20 anos na mesma empresa, apresentou diversos sinais. Em outubro de 2005, ela sucumbiu fisicamente às pressões: teve o corpo paralisado do pescoço para baixo e saiu do trabalho rumo ao pronto-socorro. Só voltou à agência quatro meses depois, para pedir transferência de posto.&#8221;O assediado é uma pessoa que, em geral, desperta certa inveja no assediador. Para a vítima, eu garanto: ela não é medíocre&#8221;, destaca Heloani.</p>
<p>(Folha de São Paulo – 03/07/06)</p>
<p> Assédio institucional ganha força quando a empresa é omissa</p>
<p>A empresa responde pela reparação dos atos de seus empregados no exercício do trabalho, segundo o Código Civil. Entretanto, dizem especialistas, quando o tema é assédio moral, muitas não têm canais eficazes para combatê-lo.</p>
<p>Isso, aliado a políticas mais agressivas de gestão, pode, algumas vezes, reforçar a prática do terror psicológico. Neste caso, surge o assédio moral institucional, no qual todos os funcionários podem ser considerados vítimas. &#8220;É uma co-autoria de assediadores&#8221;, explica a advogada e mestra em direito do trabalho Adriana Calvo.&#8221;Ele é oriundo de uma política empresarial truculenta e ultrapassada&#8221;, diz Jorge Luiz de Oliveira da Silva, professor de criminologia da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Como exemplo, ele cita um caso ocorrido em uma grande fábrica de roupas íntimas.</p>
<p>&#8220;Os funcionários -na maioria, mulheres- eram vigiados por câmeras até nos vestiários e, no fim do expediente, passavam por revista íntima, para verificar se não roubavam peças.&#8221;</p>
<p>Após denúncias, a firma foi forçada a alterar a prática. Para Silva, os empregados poderiam entrar com uma ação coletiva contra o empregador. Mas o assédio institucional ainda é um conceito inédito na jurisprudência brasileira.</p>
<p>&#8220;Até o assédio individual, que não tem lei na esfera privada, é embrionário. O institucional é vanguarda&#8221;, avalia Calvo.Para coibir a prática de assédio e auxiliar os assediados, empresas têm aderido a manuais de conduta, ouvidorias e ombudsmans. A eficácia deles, porém, é controversa.</p>
<p>Para a professora da Faap (Fundação Armando Álvares Penteado) Maria Aparecida Rhein Schirato, nunca se teve tanto assédio moral no ambiente de trabalho quanto hoje. &#8220;Não tenho visto atitudes de empresas para combatê-lo. Pelo contrário: elas o reforçam.&#8221;</p>
<p>Para Schirato, as empresas que mais sofrem com assédio são as que trabalham por metas e as que têm de responder ao mercado com rapidez. Já as que trabalham com projetos tendem a dar mais tempo à maturação de idéias do funcionário.</p>
<p>Willian Bull, consultor da Mercer, é mais otimista: &#8220;Aumentaram os questionamentos das lideranças. Isso encoraja as empresas a tomar mais consciência&#8221;, avalia.</p>
<p>(Folha de São Paulo – 03/07/06)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre day by day por rickarduo emmanuel do lago</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/sobre/#comment-68</link>
		<dc:creator>rickarduo emmanuel do lago</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 20:33:49 +0000</pubDate>
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		<description>e tem mais 
 

 Competição estimula terror psicológico entre colegas

Há poucos anos, as malvadezas típicas do universo infantil vieram à tona e revelaram o assédio recorrente cometido por um grupo de crianças à outra. A ação recebeu nome e sentença: &quot;bullying&quot;, ato de perseguir e agredir moralmente a vítima.

Com o aumento da competitividade entre trabalhadores e da pressão do empregador por mais resultados em menos tempo, o termo foi trasladado para o ambiente de trabalho, dando nova roupagem a um tipo crescente de assédio moral: o &quot;mobbing&quot;, palavra derivada de &quot;mob&quot; (do inglês, &quot;máfia&quot;).

O termo passou a ser tão conhecido que, no Google, soma mais de 6 milhões de sites de diversos países, de blogs de vítimas a entidades de pesquisa. Em alguns países, porém, ele é sinônimo do próprio assédio; aqui, é compreendido como uma de suas formas de ação.&quot;Mobbing é o assédio coletivo contra uma pessoa&quot;, define José Carlos Ferreira, diretor-adjunto do escritório da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil.

&quot;Esse comportamento generalizou-se, encontra-se em qualquer profissão&quot;, assinala Roberto Heloani, professor da FGV-SP, Unicamp e USM (Universidade São Marcos), que cunha como &quot;assassinato psíquico&quot; a ação do assediador.

O mais conhecido tipo de assédio moral é o terror psicológico feito pelo chefe sobre o subordinado. Segundo Margarida Barreto, uma das maiores especialistas do país no tema, esse tipo representa 90% dos casos. Mas o provocado pelo grupo ou por um colega sobre o profissional também preocupa: soma 8,5% dos casos. Os dados são resultado da tese de doutorado de Barreto, que envolveu 42 mil trabalhadores em todo o país.

Parte dos especialistas ouvidos pela Folha reforça, aliás, que o &quot;mobbing&quot; é o lado mais perverso desse assédio, por ser cometido por pares da vítima.&quot;Os grupos acompanham o assediador porque têm medo de se tornar vítimas, apoiando a crueldade&quot;, reforça Sylvio Boscariol Ribeiro, coordenador do núcleo de combate à discriminação da DRT (Delegacia Regional do Trabalho).

Quando chegou à escola pública em que trabalha, há seis meses, Helena (nome fictício), 24, conta que deparou-se com privilégios e irregularidades.
&quot;Eu comecei a questionar alguns pontos&quot;, diz ela, &quot;como a troca de favores que ocorria entre eles&quot;. Os cerca de 30 professores que já trabalhavam na instituição passaram a isolá-la.

&quot;Eles têm medo da diretora, que usa o marido, advogado, para coagir. Sinto-me perseguida e não tenho amparo&quot;, denuncia. &quot;Já trabalhei em mais de 20 escolas e nunca tinha passado por isso. O clima é pesado: são várias semanas sem que alguém me dê &quot;bom dia&quot;.&quot;
O cenário é tão opressor que lembra filmes de máfia italiana. Mas as situações são reais e têm conseqüências graves: 16% dos profissionais que sofreram assédio moral já tentaram suicídio, aponta Margarida Barreto.

O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região pesquisou, entre janeiro e fevereiro, o assédio moral nos bancos. A instituição julga &quot;preocupantes&quot; os resultados: 55% dos trabalhadores vivem preocupados; 3% têm idéias suicidas e 9% se consideram &quot;inúteis&quot;.

A bancária Cláudia (nome fictício), 37, há 20 anos na mesma empresa, apresentou diversos sinais. Em outubro de 2005, ela sucumbiu fisicamente às pressões: teve o corpo paralisado do pescoço para baixo e saiu do trabalho rumo ao pronto-socorro. Só voltou à agência quatro meses depois, para pedir transferência de posto.&quot;O assediado é uma pessoa que, em geral, desperta certa inveja no assediador. Para a vítima, eu garanto: ela não é medíocre&quot;, destaca Heloani.

(Folha de São Paulo – 03/07/06)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e tem mais </p>
<p> Competição estimula terror psicológico entre colegas</p>
<p>Há poucos anos, as malvadezas típicas do universo infantil vieram à tona e revelaram o assédio recorrente cometido por um grupo de crianças à outra. A ação recebeu nome e sentença: &#8220;bullying&#8221;, ato de perseguir e agredir moralmente a vítima.</p>
<p>Com o aumento da competitividade entre trabalhadores e da pressão do empregador por mais resultados em menos tempo, o termo foi trasladado para o ambiente de trabalho, dando nova roupagem a um tipo crescente de assédio moral: o &#8220;mobbing&#8221;, palavra derivada de &#8220;mob&#8221; (do inglês, &#8220;máfia&#8221;).</p>
<p>O termo passou a ser tão conhecido que, no Google, soma mais de 6 milhões de sites de diversos países, de blogs de vítimas a entidades de pesquisa. Em alguns países, porém, ele é sinônimo do próprio assédio; aqui, é compreendido como uma de suas formas de ação.&#8221;Mobbing é o assédio coletivo contra uma pessoa&#8221;, define José Carlos Ferreira, diretor-adjunto do escritório da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil.</p>
<p>&#8220;Esse comportamento generalizou-se, encontra-se em qualquer profissão&#8221;, assinala Roberto Heloani, professor da FGV-SP, Unicamp e USM (Universidade São Marcos), que cunha como &#8220;assassinato psíquico&#8221; a ação do assediador.</p>
<p>O mais conhecido tipo de assédio moral é o terror psicológico feito pelo chefe sobre o subordinado. Segundo Margarida Barreto, uma das maiores especialistas do país no tema, esse tipo representa 90% dos casos. Mas o provocado pelo grupo ou por um colega sobre o profissional também preocupa: soma 8,5% dos casos. Os dados são resultado da tese de doutorado de Barreto, que envolveu 42 mil trabalhadores em todo o país.</p>
<p>Parte dos especialistas ouvidos pela Folha reforça, aliás, que o &#8220;mobbing&#8221; é o lado mais perverso desse assédio, por ser cometido por pares da vítima.&#8221;Os grupos acompanham o assediador porque têm medo de se tornar vítimas, apoiando a crueldade&#8221;, reforça Sylvio Boscariol Ribeiro, coordenador do núcleo de combate à discriminação da DRT (Delegacia Regional do Trabalho).</p>
<p>Quando chegou à escola pública em que trabalha, há seis meses, Helena (nome fictício), 24, conta que deparou-se com privilégios e irregularidades.<br />
&#8220;Eu comecei a questionar alguns pontos&#8221;, diz ela, &#8220;como a troca de favores que ocorria entre eles&#8221;. Os cerca de 30 professores que já trabalhavam na instituição passaram a isolá-la.</p>
<p>&#8220;Eles têm medo da diretora, que usa o marido, advogado, para coagir. Sinto-me perseguida e não tenho amparo&#8221;, denuncia. &#8220;Já trabalhei em mais de 20 escolas e nunca tinha passado por isso. O clima é pesado: são várias semanas sem que alguém me dê &#8220;bom dia&#8221;.&#8221;<br />
O cenário é tão opressor que lembra filmes de máfia italiana. Mas as situações são reais e têm conseqüências graves: 16% dos profissionais que sofreram assédio moral já tentaram suicídio, aponta Margarida Barreto.</p>
<p>O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região pesquisou, entre janeiro e fevereiro, o assédio moral nos bancos. A instituição julga &#8220;preocupantes&#8221; os resultados: 55% dos trabalhadores vivem preocupados; 3% têm idéias suicidas e 9% se consideram &#8220;inúteis&#8221;.</p>
<p>A bancária Cláudia (nome fictício), 37, há 20 anos na mesma empresa, apresentou diversos sinais. Em outubro de 2005, ela sucumbiu fisicamente às pressões: teve o corpo paralisado do pescoço para baixo e saiu do trabalho rumo ao pronto-socorro. Só voltou à agência quatro meses depois, para pedir transferência de posto.&#8221;O assediado é uma pessoa que, em geral, desperta certa inveja no assediador. Para a vítima, eu garanto: ela não é medíocre&#8221;, destaca Heloani.</p>
<p>(Folha de São Paulo – 03/07/06)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre day by day por ricardo emanuel</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/sobre/#comment-67</link>
		<dc:creator>ricardo emanuel</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 20:29:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-67</guid>
		<description>Bullying também acontece nas empresas

Combatido nas escolas o Bullying, ato de perseguir e agredir moralmente a vítima, também virou uma preocupação das empresas. Chamado de &quot;mobbing” pelos especialistas, a agressão pode levar os funcionários a depressão ou fazer com que muitos desistam de suas atividades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bullying também acontece nas empresas</p>
<p>Combatido nas escolas o Bullying, ato de perseguir e agredir moralmente a vítima, também virou uma preocupação das empresas. Chamado de &#8220;mobbing” pelos especialistas, a agressão pode levar os funcionários a depressão ou fazer com que muitos desistam de suas atividades.</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre day by day por ricardo emanuel</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/sobre/#comment-66</link>
		<dc:creator>ricardo emanuel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 18:15:51 +0000</pubDate>
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		<description>alvinho, agora que eu sei que você é um beato carola
esse seu papo de rebeldia não embala
a sua bola é outra
vê se não enrola
na lata eu procurei, mas não encontrei o tal endereço
fiquei enlatado
ou engarrafado
existem outros nalata.
e agora?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>alvinho, agora que eu sei que você é um beato carola<br />
esse seu papo de rebeldia não embala<br />
a sua bola é outra<br />
vê se não enrola<br />
na lata eu procurei, mas não encontrei o tal endereço<br />
fiquei enlatado<br />
ou engarrafado<br />
existem outros nalata.<br />
e agora?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre day by day por ricardo emanuel</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/sobre/#comment-65</link>
		<dc:creator>ricardo emanuel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 16:06:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-65</guid>
		<description>já que você pediu alvinho, lá vai:



uma formiga
bebeu da minha lágrima
e foi vítima de uma overdose</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>já que você pediu alvinho, lá vai:</p>
<p>uma formiga<br />
bebeu da minha lágrima<br />
e foi vítima de uma overdose</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre day by day por ricardo emanuel</title>
		<link>http://oflamboyant.wordpress.com/sobre/#comment-63</link>
		<dc:creator>ricardo emanuel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 22:31:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">#comment-63</guid>
		<description>quem vive em permanente estado de elocubração
não sou eu não alvinho
tenho a minha própria trajetória
meu processo histórico pessoal e intransferivel
não abro mão da minha dignidade
não tenho complexos de inferiodade
externados em forma de escárnio
a quem quer que seja
antes que esqueça 
já cheirou quantas hoje?

ricardo emanuel

&lt;strong&gt;&lt;em&gt;depende
xibiiu ou o q ...???

um beijo rickalado
e mostre um aí de sua safra
ora gente postar nalata
entre os txts menos posudos
e mais pensados
abs
alf </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>quem vive em permanente estado de elocubração<br />
não sou eu não alvinho<br />
tenho a minha própria trajetória<br />
meu processo histórico pessoal e intransferivel<br />
não abro mão da minha dignidade<br />
não tenho complexos de inferiodade<br />
externados em forma de escárnio<br />
a quem quer que seja<br />
antes que esqueça<br />
já cheirou quantas hoje?</p>
<p>ricardo emanuel</p>
<p><strong><em>depende<br />
xibiiu ou o q &#8230;???</p>
<p>um beijo rickalado<br />
e mostre um aí de sua safra<br />
ora gente postar nalata<br />
entre os txts menos posudos<br />
e mais pensados<br />
abs<br />
alf</em></strong></p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
