passou hoje no corujão -sempre as madrugas insones- e não pude deixar de grudar na tela, creio q dublado, o marco q será sempre, who’s coming to dinner?, o conflito racial melhor e mais elegantemente sublimado das telas -e o primeiro q me lembre de ter assistido-tinha sete anos qdo estreou, mas o posso tê lo visto atédobro desse tempo depois -era assim, nas antiga…
a inclusão na programação suscitou lembrança da defesa, emocionada, do afroamericano Obama, ao cidadão algemado pela polícia, na porta da própria casa. Em seu Political Capital o apresentador Al Hunt quis saber, dos comentaristas, se não foi excessiva a força usada, e ambos (Margaret e Kevin) concordaram:
“em um bairro de gente branca, um professor, e dono de sua casa, não seria algemado”
isso lembra, remete(sic) à profundidade das mudanças q, nestes 40 anos, ainda não equalizaram -longe disso- a percepção da cidadania, plena pra todos
Não seria algemado por ser branco, por ser professor ou por ser proprietário de sua casa?
Em verdade, enquanto a célebre frase “Sabe com quem está falando?” ainda ecoar nas consciências, mesmo que não seja articulada, estaremos todos sujeitos às algemas, não as da polícia, mas as da intolerância, do preconceito, da incompreensão, do arbítrio, da arrogância… (a lista é vasta!)
Abraços, meu caro, que braços foram feitos para abraçar.
[...] Obama e a Bloomberg [...]
Não seria algemado por ser branco, por ser professor ou por ser proprietário de sua casa?
Em verdade, enquanto a célebre frase “Sabe com quem está falando?” ainda ecoar nas consciências, mesmo que não seja articulada, estaremos todos sujeitos às algemas, não as da polícia, mas as da intolerância, do preconceito, da incompreensão, do arbítrio, da arrogância… (a lista é vasta!)
Abraços, meu caro, que braços foram feitos para abraçar.